Guilherme Silva Teixeira, 24 anos, acusado pelo h0micídio de João Emmanuel Ribeiro Gonçalves de Moura Carvalho, disse que não tinha a intenção de m4tar o professor à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e que a agr3ssão era apenas para ser “um se liga” à vít1ma por causa de um gesto.
No interrogatório prestado após a sua prisão, o ass4ssino detalhou a agr3ssão que m4tou o professor. Guilherme conta que havia chegado às 5h45 no local e se deparou com João minutos depois.
“Cheguei lá para esperar meu patrão sair, para a gente poder ir trabalhar. Só que aí do nada eu vi um rapaz vindo e atravessando a rua. Eu nunca vi ele na minha vida, não sei quem era aquele rapaz [João]”, contou.
Questionado sobre o cr1me estar relacionado a h0mofobia, o acusado afirmou que “não tem nada contra”, mas não gostou do “gesto” feito. “Não foi minha intenção prejudicar a vida dele. Era realmente só para dar um ‘se liga’ nele”, acrescentou.
Nesse momento, o professor teria gesticulado algo a Guilherme, que interpretou como um gesto s3xual. Foi quando o autor atravessou a rua e foi tirar satisfação com o professor e o agr3diu.
“Aí eu dei o primeiro murro nele, entendeu? Comecei a pisar nele. E tipo assim, não foi minha intenção m4tar ele. Era só para dar uma surra mesmo, só para para não passar batido. Não sei nem o que que deu na cabeça, não era para ter acontecido isso”, detalhou.
