A Galeria de Artes do Teatro Marie Padille promoveu, no último sábado (14), um encontro aberto à comunidade para apresentar as novas obras incorporadas ao seu acervo. A atividade reuniu artistas, doadores e moradores de Alexânia, em um momento marcado pela troca de experiências e valorização da produção cultural local.
Criada em novembro de 2025, a galeria vem sendo construída a partir de doações voluntárias, formando um acervo em constante crescimento. As obras expostas refletem diferentes trajetórias e linguagens artísticas, além de fortalecerem o vínculo entre os criadores e a comunidade.



Durante o encontro, artistas compartilharam histórias pessoais e processos criativos, oferecendo ao público uma compreensão mais ampla sobre as obras apresentadas. Um dos momentos de maior destaque foi o relato da artista Silvia Aderne, que relembrou sua participação no espetáculo The Beatles Love, da Cirque du Soleil, em Las Vegas. Segundo ela, a experiência de dez anos na produção teve impacto significativo em sua trajetória artística, relato que emocionou os presentes.
Além dela, artistas locais também apresentaram suas obras e falaram sobre a importância de espaços culturais acessíveis para a circulação da arte e o fortalecimento da identidade cultural da cidade.




Entre as novas peças incorporadas ao acervo estão trabalhos de diferentes estilos e origens, incluindo produções de artistas independentes e grupos teatrais, como o Os Melhores do Mundo. As obras passam a integrar o circuito expositivo do teatro, acessível ao público durante eventos e visitações.
Durante a programação, também foi anunciado que o teatro deve passar por uma ampliação da galeria, com o objetivo de acomodar novas obras e melhorar as condições para exposições e atividades culturais. A medida pode contribuir para ampliar o acesso da população a iniciativas artísticas no município.
O encontro foi encerrado com um momento de convivência entre os participantes, reforçando o caráter coletivo da iniciativa. A proposta da galeria é justamente funcionar como um espaço de encontro, memória e expressão, aproximando artistas e público e incentivando a participação cultural na cidade.














