O ano de 2026 será riquíssimo em fenômenos astronômicos visíveis a olho nu: chuvas de meteoros, três Superluas, quatro eclipses (dois solares e dois lunares, incluindo uma Lua de Sangue), além de alinhamentos planetários marcantes. A seguir, o calendário detalhado para você se organizar
Principais eventos do ano
| Mês | Fenômeno | Detalhes |
|---|---|---|
| Janeiro | Superlua + Chuva de meteoros Quadrântidas | No início do mês, visível no Hemisfério Norte; no Brasil, observação limitada. |
| Março | Eclipse lunar penumbral | Parcialmente visível em partes da América do Sul. |
| Abril | Eclipse solar total | Melhor visibilidade na América do Norte; no Brasil, apenas parcial em algumas regiões. |
| Agosto | Chuva de meteoros Perseidas | Uma das mais intensas do ano, pico em 12/08; melhor vista no Hemisfério Norte. |
| Setembro | Superlua + Eclipse lunar total (Lua de Sangue) | Visível em grande parte da América do Sul, incluindo o Brasil. |
| Outubro | Eclipse solar parcial | Observável em regiões da América do Sul. |
| Dezembro | Chuva de meteoros Geminídeas | Pico em 13/12, excelente visibilidade no Hemisfério Sul. |
Chuvas de meteoros
- Quadrântidas (jan): início do ano, mas pouco visível no Brasil.
- Perseidas (ago): espetáculo tradicional, até 100 meteoros/hora.
- Geminídeas (dez): considerada a mais intensa, com até 120 meteoros/hora, ótima para observadores no Hemisfério Sul.
Superluas
- Três ocorrências em 2026: janeiro, setembro e novembro.
- A de setembro coincidirá com o eclipse lunar total, formando a famosa Lua de Sangue.
Eclipses
- Dois solares: abril (total, melhor na América do Norte) e outubro (parcial, visível no Brasil).
- Dois lunares: março (penumbral) e setembro (total, visível no Brasil).
Alinhamentos planetários
- O ano terá várias conjunções e ocultações, com destaque para encontros aparentes entre Vênus, Marte e Júpiter em diferentes meses.
- Algumas poderão ser vistas a olho nu, sem necessidade de telescópio.
O calendário astronômico de 2026 confirma que será um ano extraordinário para observadores do céu. Com chuvas de meteoros intensas, três Superluas, eclipses solares e lunares — incluindo uma rara Lua de Sangue visível no Brasil —, o período reforça a importância da astronomia como ciência acessível e fascinante. Para aproveitar ao máximo, recomenda-se acompanhar as previsões locais de visibilidade, buscar áreas afastadas da poluição luminosa e utilizar aplicativos de observação astronômica para orientação precisa.
