O colágeno é a proteína estrutural mais abundante no corpo humano. Ele está presente em músculos, ossos, cartilagens, tendões, ligamentos, pele e até em tecidos do sistema vascular. Estima-se que represente cerca de 30% de todas as proteínas do organismo. Essa presença maciça explica o papel central que desempenha no funcionamento e na integridade do corpo.

A partir dos 25 anos, no entanto, a produção natural começa a declinar, e os sinais se acumulam ao longo do tempo: articulações menos flexíveis, perda de massa muscular, maior risco de fraturas, além da queda da elasticidade e da firmeza da pele. Esse processo se intensifica em fases como a menopausa, quando alterações hormonais aceleram a perda de colágeno, impactando tanto a saúde óssea quanto a qualidade da pele.

Estamos falando de uma proteína que compõe a base de sustentação do corpo. Quando a produção cai, sentimos efeitos em várias frentes, do risco maior de osteoporose à perda de força muscular e à flacidez cutânea”, explica Fabiana Sabatini, nutricionista e cofundadora da Floowe.

Músculos e massa magra

O colágeno não atua como principal fonte de proteína para construção muscular, já que não oferece um perfil de aminoácidos tão adequado para esse objetivo quanto o whey protein. No entanto, exerce papel importante na saúde das estruturas que dão suporte ao movimento, como tendões, ligamentos e cartilagens. Estudos mostram que a suplementação de colágeno, quando associada ao exercício físico, pode contribuir para a redução do risco de lesões e para a manutenção da funcionalidade em fases de maior vulnerabilidade, como após os 40 anos ou durante a menopausa. “O colágeno auxilia na preservação da estrutura de sustentação, favorecendo a prática de atividade física de forma mais segura e consistente”, observa Fabiana.

Ossos e articulações

A matriz óssea é formada em boa parte por colágeno. A redução dessa proteína está relacionada à fragilidade dos ossos e ao aumento do risco de osteoporose. Já nas articulações, o colágeno contribui para a saúde das cartilagens, tendões e ligamentos, reduzindo dores e rigidez. “É um suporte indispensável para quem busca mobilidade e prevenção de lesões. O colágeno ajuda a manter as articulações funcionais e mais confortáveis no dia a dia”, reforça a nutricionista.

Pele, firmeza e hidratação

Na pele, o colágeno tipo I é a principal fibra responsável pela sustentação da derme. A queda na sua produção está por trás de sinais como rugas, linhas finas e perda de elasticidade. “A suplementação pode colaborar para a firmeza, a hidratação e a manutenção da barreira cutânea, atuando como um suporte importante na estética e na saúde dermatológica”, afirma Fabiana Sabatini.

Por que preferir a forma hidrolisada

Embora seja possível obter colágeno em alimentos como carnes e caldos de ossos, a forma mais eficiente é o suplemento hidrolisado, em que a proteína passa por um processo que a fragmenta em peptídeos menores, facilitando a absorção pelo organismo. “Na forma hidrolisada, o colágeno apresenta biodisponibilidade muito maior, o que garante aproveitamento efetivo pelo corpo”, explica Fabiana.

Praticidade na rotina

O avanço da indústria de suplementos também trouxe soluções práticas para o consumo diário. Na Floowe, por exemplo, a linha de colágenos é formulada em pó, sem sabor, o que permite adicionar o produto em bebidas ou receitas, sem alterar gosto ou textura. Isso facilita a adesão e garante constância no uso, um fator decisivo para que os benefícios apareçam ao longo do tempo.

O cuidado com o colágeno precisa ser contínuo. A suplementação é uma forma de apoiar o organismo em um processo natural de queda dessa proteína, ajudando a preservar saúde, qualidade de vida e bem-estar em longo prazo”, conclui Fabiana Sabatini.