Fronteira Brasil–Paraguai – Separadas por uma linha imaginária, mas unidas por uma intensa convivência urbana, Pedro Juan Caballero e Ponta Porã formam uma das mais emblemáticas cidades-gêmeas da América do Sul. Sem barreiras físicas, a circulação entre os dois municípios acontece de forma fluida, criando uma dinâmica binacional única — onde o idioma, a cultura e a economia se entrelaçam no cotidiano.
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Conurbação e identidade compartilhada
- Pedro Juan Caballero, capital do departamento de Amambay, homenageia o herói da independência paraguaia e abriga cerca de 120 mil habitantes.
- Ponta Porã, com aproximadamente 100 mil moradores, tem nome de origem tupi-guarani que significa “porta bonita”, refletindo sua posição estratégica na região serrana.
Juntas, as cidades formam uma mancha urbana contínua, com ruas que cruzam países sem que se perceba a mudança de território. Essa integração é considerada um modelo de convivência transfronteiriça.
Economia binacional e comércio vibrante
O comércio é o motor da região, especialmente no lado paraguaio, onde lojas de importados atraem milhares de consumidores brasileiros em busca de eletrônicos, perfumes e bebidas.
- A agropecuária também tem papel relevante, com destaque para a produção de soja, milho e pecuária de corte, fortalecendo a economia rural dos dois lados da fronteira.
História e natureza no Parque Nacional Cerro Corá
A poucos quilômetros de Pedro Juan Caballero está o Parque Nacional Cerro Corá, cenário da última batalha da Guerra do Paraguai em 1870, onde morreu o marechal Solano López.
- O parque preserva essa memória histórica e oferece trilhas, mirantes e paisagens naturais que encantam visitantes.
Acesso facilitado para turistas e empresários
Ponta Porã conta com voos diretos para Campinas (SP), o que torna a região ainda mais acessível para quem deseja explorar essa fronteira viva — seja para negócios, turismo ou pesquisa acadêmica.
