A capital italiana elevou o desafio da engenharia urbana ao abrir uma estação da Linha C diretamente sob o Coliseu, transformando o subsolo em um espaço que também funciona como museu integrado ao sítio histórico.
Durante as escavações, foram descobertas mais de 500 mil peças arqueológicas, incluindo cerâmicas do século II a.C., vestígios de banhos termais e estruturas militares da Roma Antiga. Para preservar o acervo, o projeto utilizou técnicas avançadas, como congelamento do solo e sistemas especiais de contenção.
Com investimento estimado em 7 bilhões de euros, a Linha C deve se tornar uma das mais profundas da Europa. A expectativa é transportar até 800 mil passageiros por dia, conciliando mobilidade urbana, turismo e preservação histórica no coração de Roma.
