Durante um interrogatório no Tribunal do Júri de Taguatinga, Amanda Rodrigues de Sousa, técnica de enfermagem de 29 anos, afirmou ser inocente das mortes de pacientes ocorridas na UTI de um hospital particular do Distrito Federal. Emocionada, ela relatou o impacto devastador que as acusações tiveram em sua vida e de sua família.
Amanda declarou que esperava que o coacusado, Marcos Vinícius, assumisse a responsabilidade pelos crimes, enfatizando que não participou ou auxiliou em quaisquer ações que resultassem nas mortes. Voluntariamente, afirmou: “Hoje eu faço o grito do inocente. Estou tentando pedir socorro”.
A acusada compartilhou também que vive sob ameaças e julgamentos desde sua prisão, sendo tratada como um “monstro” antes mesmo de um veredicto ser dado. “Eu sou tratada como assassina”, ressaltou, mencionando que suas palavras não têm sido levadas em consideração.
O caso, que chocou a comunidade, começou a ser investigado após a Comissão de Óbitos do Hospital Anchieta identificar irregularidades nos prontuários médicos. As apurações revelaram movimentações suspeitas, levando à prisão temporária dos envolvidos em janeiro deste ano.
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Amanda defendeu sua trajetória profissional, afirmando nunca ter enfrentado processos ou punições durante sua carreira na saúde. O depoimento repleto de emoção reforça a linha de defesa que busca mostrar sua inocência em um dos casos mais impactantes de Brasília nos últimos tempos.
