A ministra da Cultura, Margareth Menezes, participou da 6ª edição da Teia Nacional dos Pontos de Cultura, realizada em Aracuz, Espírito Santo. Durante o evento, que discute a justiça climática, ela destacou a relevância dos saberes tradicionais na preservação da biodiversidade e enfatizou como o investimento em cultura pode qualificar e emancipar as comunidades brasileiras.
Para Margareth, as linguagens artísticas e culturais desempenham um papel essencial na mudança de comportamento em relação à natureza. “Já existem exemplos demais de como destruir a natureza, mas existem muitas memórias também de como preservar”, afirmou. A ministra ressaltou a necessidade de valorizar as culturas dos povos originários e a importância de suas contribuições para a identidade brasileira.
O evento também marcou o início do processo de elaboração do Plano Nacional das Culturas Indígenas. A ministra enfatizou a importância da escuta ativa dos povos originários durante este processo, vital para garantir que suas tradições e conhecimentos sejam respeitados e preservados.
Margareth também comentou sobre o aumento de pontos de cultura no Brasil, que saltaram de 4 mil para 16 mil no atual governo, demonstrando a força e o alcance das iniciativas culturais. Esse crescimento reflete não apenas a diversidade cultural do país, mas também o empenho do governo em apoiar e fortalecer ações comunitárias.
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O evento, que acontece até o dia 24, conta com uma programação extensa voltada à valorização da cultura popular e à discussão sobre políticas públicas que promovam esses saberes. A ministra reforçou que, ao investir em cultura, o governo está também investindo no ser humano, com potencial para geração de emprego e renda.
