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São Paulo confirmou nesta sexta-feira (26) três novos casos de sarampo em bebês, com idades entre 6 meses e 1 ano. Dentre os infectados, duas crianças não apresentavam histórico de vacinação. Felizmente, todos os casos evoluíram para a cura.

Com esses novos registros, o estado soma cinco casos de sarampo em 2026. Os dois primeiros eram de um bebê de 6 meses e um homem de 42 anos, ambos sem histórico vacinal e já recuperados. A falta de vacinação é uma preocupação, já que o Brasil, apesar de manter o status de país livre da doença desde 2024, ainda registra casos esporádicos.

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) está recomendando a aplicação da dose zero da vacina tríplice viral para bebês de 6 a 11 meses na capital e em Guarulhos, uma estratégia de proteção que complementa as vacinas regulares, que devem ser tomadas a partir de 1 ano.

Além da dose zero, o Centro de Vigilância Epidemiológica adotou medidas como vacinação em áreas com grande circulação de pessoas, visando interromper a transmissão do vírus. Isso é fundamental para evitar reintroduções do sarampo, especialmente em um cenário de viagens internacionais e circulação viral nas Américas.

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A vacinação continua sendo a principal forma de prevenção contra o sarampo. O estado observa uma cobertura de 85,32% para a primeira dose e 72,06% para a segunda. Portanto, é essencial que os responsáveis pelas crianças mantenham a carteira de vacinação em dia.