Wilker Leão foi solto nesta segunda-feira (28/9) após passar cerca de 24 horas detido pela Polícia Federal. O candidato a deputado federal pelo partido Novo foi preso em flagrante no domingo (27/9) após pintar paredes do Instituto de Artes da Universidade de Brasília (UnB) sem autorização.
Após sua liberação, ele usou as redes sociais para comunicar que pretende continuar sua campanha eleitoral, afirmando que seu ato tinha a intenção de revitalizar o patrimônio, e não de vandalizá-lo. ‘Quem diria que revitalizar o patrimônio ou pintar de branco me geraria uma prisão por dano ao patrimônio público?’, declarou.
O candidato classificou sua prisão como ‘arbitária’ e reforçou que estava na UnB não para fazer campanha política, mas para cobrir pichações que considerava ofensivas. Ele mencionou que uma das pichações que tentou apagar fazia referência a Jesus Cristo. ‘Olha que absurdo!’, comentou.
A reitora da UnB repudiou suas ações, chamando-as de ‘inadmissíveis’ e classificando-as como depredação do patrimônio público. A universidade afirmou que está tomando as providências necessárias para responsabilizar os envolvidos.
Vale lembrar que Leão já havia sido expulso da UnB há cerca de um ano, após incidentes relacionados a filmagens de professores durante as aulas. Agora, ele promete lutar em sua campanha, afirmando que o ‘mal se instalou completamente em todo o sistema’.


