Depois de quatro anos sem lançar um álbum de estúdio, Justin Bieber voltou com força total em julho com Swag, um projeto ambicioso de 21 faixas que mistura pop e R&B e traz colaborações de nomes como Gunna, Sexyy Red, Lil B e Cash Cobain. Pouco depois, em setembro, veio Swag II, uma versão expandida que reforça o conceito de evolução pessoal e artística.
O sucesso foi imediato: o disco alcançou o topo das paradas em países como Canadá, Portugal, Noruega, Áustria e Suíça, além de dominar plataformas de streaming como o Apple Music em dezenas de territórios. Nos Estados Unidos, mesmo sem estrear diretamente em primeiro lugar, os números de streaming consolidaram Bieber novamente como um dos artistas mais relevantes da cena pop.
A crítica destacou a diferença em relação ao som que o projetou mundialmente em 2010 com “Baby”. Hoje, Bieber canta sobre paternidade, saúde mental e vida conjugal com Hailey Bieber, em produções mais introspectivas e experimentais que marcam o distanciamento definitivo da imagem de ídolo teen.
Em termos de shows, 2025 ainda não trouxe uma grande turnê internacional, mas a expectativa é alta: ele já foi confirmado como atração principal do Coachella 2026, onde deve levar o repertório de Swag para os maiores palcos do mundo. Enquanto isso, fãs relatam performances esporádicas em que Bieber revisita clássicos da carreira, incluindo versões nostálgicas e maduras de “Baby”.
