No último domingo, 4 de outubro, muitos influenciadores e personalidades brasileiras tentaram, sem sucesso, uma vaga nas diferentes esferas do Legislativo nas eleições de 2026. A disputa teve um recorde de eleitores, mas não garantiu a vitória para alguns nomes conhecidos do público.
Entre os que não se elegeram, destacam-se figuras como Sarah Pôncio, Inês Brasil e Andreia Sorvetão, que tentaram vagas nas assembleias estaduais e na Câmara dos Deputados. Apesar do apelo popular, os votos recebidos não foram suficientes para garantir suas candidaturas.
Inês Brasil, famosa por seu carisma e por ser uma referência na cultura de memes, disputou uma cadeira na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, mas obteve apenas 3.145 votos. Sua campanha focou na popularidade, mas a votação não alcançou as expectativas.
Sarah Pôncio, que já é deputada estadual e é filha do pastor Márcio Poncio, também não teve um desempenho satisfatório ao concorrer à Câmara Federal, recebendo 20.474 votos, o que a deixou como suplente. A ex-Paquita Andreia Sorvetão também não se saiu bem, registrando apenas 2.529 votos em sua candidatura.
Além deles, outras personalidades como Silvia Abravanel e Rachel Sheherazade também não conseguiram se eleger. Ambas tiveram votações que, embora significativas, não foram suficientes para garantir uma posição no Congresso, refletindo um padrão de insatisfação entre os eleitores, que talvez busquem renovação nas políticas e uma conexão mais direta com as questões que afetam a sociedade.
Este resultado serve como uma lição sobre a complexidade das eleições brasileiras, onde fama não garante automaticamente a vitória nas urnas. Os partidos e candidatos terão que reavaliar suas estratégias para as próximas disputas, considerando as demandas e expectativas do eleitorado.


