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José Roberto Arruda, candidato ao Governo do Distrito Federal pelo PSD, afirmou neste domingo que sua candidatura não será substituída, mesmo após o indeferimento do registro por parte do Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF). O candidato garantiu que não possui um “plano B” e que aguarda com confiança a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre seu recurso.

Agravado pela decisão que ampliou o período de inelegibilidade, Arruda classificou o veredito como um “absurdo jurídico” e acredita que sua argumentação sobre a prescrição das sanções, relacionadas à Operação Caixa de Pandora, será convincente para o TSE. Ele argumenta que o prazo de inelegibilidade deveria ter se encerrado em 2026, e não se expandido até 2030, como aponta o Ministério Público Eleitoral (MPE).

Em relação ao impacto da decisão do TRE nas intenções de voto, Arruda reconheceu que a situação é delicada, mas expressou otimismo. “Estou falando com clareza nas ruas. Sei que isso abala a intenção de voto, mas confio que, ao reverter a decisão, os eleitores voltarão a me apoiar”, declarou.

Durante uma reunião com apoiadores no Guará, o candidato ressaltou a saúde como prioridade em seu plano de governo. Ele propôs a contratação de profissionais de saúde e a construção de cinco novos hospitais, destacando a necessidade de unidades em áreas carentes como Recanto das Emas e Sol Nascente.

Outro ponto central de sua plataforma é a mobilidade urbana, com planos de expandir o metrô para regiões do DF e do entorno, além da construção de uma nova ponte e ampliação do BRT. Para Arruda, a mobilidade é essencial para melhorar a qualidade de vida no Distrito Federal.