Neste domingo (19), a seleção espanhola voltou a brilhar no cenário do futebol mundial, derrotando a Argentina por 1 a 0 e conquistando o segundo título da Copa do Mundo, 16 anos após o primeiro. A Fúria teve uma atuação dominante e conduziu a partida com maestria durante os 120 minutos.
A partida ocorreu no estádio de Nova Jersey e viu muitos ídolos da conquista de 2010 prestigiando o duelo. A vitória permite à Espanha unir-se a um seleto grupo de países bicampeões, que inclui Uruguai e França. Além disso, a Fúria se torna a primeira equipe a ter os títulos mundiais em ambas as categorias, masculina e feminina.
O primeiro tempo não trouxe gols, com um desempenho nervoso e oportunidades esparsas para ambos os lados. Contudo, a Espanha foi a que pressionou mais intensamente, mostrando um controle significativo na segunda etapa. O esforço espanhol foi recompensado na prorrogação, quando Ferran Torres, que atuou como reserva, marcou o gol decisivo.
Com essa vitória, a equipe de Luis de la Fuente demonstrou a força de uma nova geração de jogadores. A média de idade do elenco, de apenas 26,2 anos, sinaliza uma promessa de futuro para as próximas competições, incluindo a Copa do Mundo de 2030, onde a Espanha é considerada uma forte candidata ao tri.
Enquanto a Espanha celebrava, a Argentina enfrentou a frustração de não conseguir um quarto título e a despedida de Lionel Messi das Copas. O camisa 10, que saiu consagrado em 2022 com o título, agora encerra sua trajetória no torneio com dois vices e o histórico de ser o segundo maior artilheiro da competição.
