O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o homem morto após abrir fogo nas proximidades da Casa Branca tinha “histórico violento” e uma “possível obsessão” pela residência oficial da Presidência norte-americana. A declaração foi feita após o episódio registrado no sábado (23), perto de um ponto de controle de segurança do Serviço Secreto, em Washington.

O suspeito foi identificado pela imprensa norte-americana como Nasire Best, de 21 anos. Segundo relatos, ele teria se aproximado da área de segurança próxima à 17th Street com Pennsylvania Avenue, retirado uma arma de uma bolsa e disparado contra agentes do Serviço Secreto. Os oficiais reagiram, e o homem foi atingido. Ele chegou a ser levado a um hospital, mas não resistiu.

Uma pessoa que passava pelo local também ficou ferida durante a troca de tiros. Até o momento, não há confirmação pública sobre a origem do disparo que atingiu o civil. Nenhum agente do Serviço Secreto ficou ferido. A Casa Branca chegou a ser colocada em lockdown temporário após o incidente.

Em publicação na Truth Social, Trump agradeceu ao Serviço Secreto e às forças de segurança pela “ação rápida e profissional”. O presidente estava dentro da Casa Branca no momento do ataque e não foi ferido.

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De acordo com informações divulgadas pela imprensa dos Estados Unidos, Best já era conhecido pelas autoridades por episódios anteriores ligados à área da Casa Branca. Em 2025, ele teria sido preso após tentar entrar em uma área restrita e afirmar ser Jesus Cristo. Depois disso, uma ordem judicial o proibiu de se aproximar do complexo presidencial.

O caso reacende o debate sobre a segurança em torno da Casa Branca, especialmente após outros episódios recentes envolvendo ameaças nas proximidades de eventos ligados ao governo norte-americano. Trump também usou o episódio para defender medidas adicionais de proteção ao complexo presidencial.