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A paixão pela Copa do Mundo desperta um fervor especial entre colecionadores de figurinhas em Brasília. Contudo, essa empolgação também atrai fraudes. O CEO da Panini Brasil, Raul Vallecillo, em sua última intervenção, alertou sobre a circulação de produtos falsificados que podem prejudicar os fãs da seleção.

José Gonçalves Brito, um veterano vendedor de figurinhas que atua na Asa Norte, permanece atento às tentativas de engano. Recentemente, um cliente trouxe uma carta com o verso incomum, levando os colecionadores a desconfiar de sua autenticidade. Após investigações, descobriram que a peça era oriunda do México, mas a suspeita destaca a necessidade de vigilância.

Vallecillo reforçou que a demanda pela coleção 2026 pode aumentar a atividade de fraudadores. Somente na semana passada, a polícia do Rio de Janeiro confiscou 200 mil figurinhas ilegais durante uma operação. Essa apreensão demonstra que o mercado informal tende a prosperar em momentos de grande expectativa esportiva, como a Copa.

Para garantir a autenticidade das figurinhas, consumidores devem observar atentamente o lacre dos pacotes. Figurinhas originais da Panini têm lacres completos, enquanto as falsificadas costumam mostrar falhas no fechamento. A dica é fazer as compras sempre em canais oficiais, como o site da Panini ou grandes varejistas.

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Em caso de dúvidas ou identificações de produtos falsificados, é possível registrar um boletim de ocorrência. A Panini ressaltou a importância de permanecer alerta às ofertas que parecem boas demais para serem verdade.

Dessa forma, os colecionadores de Brasília e do Distrito Federal podem aproveitar o espírito da Copa com mais segurança, sem risco de cair em fraudes.