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Os motoristas de ônibus do Rio de Janeiro iniciaram uma greve por tempo indeterminado nesta segunda-feira, 29, após assembleia realizada no último domingo. Essa paralisação pode impactar o transporte de cerca de 32 milhões de passageiros mensais na capital fluminense, conforme informações do sindicato das empresas, Rio Ônibus.

A Justiça do Trabalho determinou que, durante a greve, ao menos 50% da frota deve permanecer em operação por linha e itinerário, sob pena de multa diária de R$ 50 mil para as entidades sindicais envolvidas. Para garantir o transporte da população, o sistema de BRT operará normalmente.

Os motoristas reivindicam melhorias significativas, como mudança na data-base da categoria para 1º de março, salários de R$ 5 mil para motoristas de ônibus articulados e R$ 4 mil para os demais, além de benefícios como tíquete-alimentação de R$ 1.000,00, jornada de trabalho de 5×2 e planos de saúde e odontológico.

Atualmente, os patrões oferecem apenas a reposição da inflação, com aumento do piso salarial de R$ 3.420 para R$ 3.570, e um valor simbólico para o auxílio alimentação, que subiria de R$ 660 para R$ 689. Os motoristas rejeitaram a proposta, buscando condições mais justas e adequadas.

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Em função do jogo entre Brasil e Japão na Copa do Mundo de 2026, as autoridades locais decretaram ponto facultativo, enquanto a Trens Urbanos do Rio de Janeiro (TrensRJ) aumentou a operação dos trens, prevendo viagens extras para atender a demanda.