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A corrida eleitoral para o Governo do Distrito Federal (GDF) entra em uma nova fase a partir deste domingo, 16 de agosto. Com o fim da pré-campanha, os candidatos estão oficialmente autorizados a solicitar o voto dos eleitores e a apresentar suas propostas de forma mais direta.

O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) registrou 637 candidaturas, um número 25% menor que em 2022, refletindo um cenário eleitoral em transformação. Para o cargo de governador, foram apresentadas 10 candidaturas. Os postulantes têm até 14 de setembro para que suas candidaturas sejam analisadas e homologadas.

O advogado especialista em direito eleitoral, Luiz Gustavo Cunha, destacou que, com o início da campanha, atividades como comícios, carreatas e a promoção de propaganda eleitoral na internet agora são permitidas. Contudo, ele adverte que diversas práticas ainda são proibidas, e que candidatos em cargos públicos precisam ser cautelosos ao separar suas atividades institucionais das campanhas.

As chapas já estão definidas. Por exemplo, Celina Leão (PP) e Gustavo Rocha (Republicanos) se apresentam como a candidatura da coligação “Propósito e Ação”, enquanto José Roberto Arruda (PSD) e Luiz Pitiman (PSD) buscam apoio sob a bandeira “Resgatar Brasília”. Outras coligações incluem o “DF do Povo”, com Leandro Grass (PT), e o “PSB” com Ricardo Cappelli.

Nova Gestão do GDF

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Além das regras para as campanhas, a legislação eleitoral estabelece limites claros para a propaganda, tanto presencial quanto digital. O uso de contas falsas e a disseminação de informações inverídicas são rigorosamente punidos. Novas práticas, como impulsionamento de posts nas redes sociais, também possuem regras específicas que devem ser observadas pelos candidatos.

Agora, a expectativa recai sobre como cada candidato aproveitará esse período para conquistar eleitores nas ruas e nas redes sociais, em um cenário onde o engajamento político tende a intensificar-se à medida que as eleições se aproximam.