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Uma servidora do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) foi exonerada após divulgar publicações de cunho xenofóbico e ofensivo contra beneficiários do Bolsa Família e militantes petistas em sua conta pessoal nas redes sociais. O caso ganhou repercussão no Distrito Federal e provocou a decisão administrativa antes mesmo da conclusão da apuração interna pelo órgão do governo local.

Denominada pejorativamente como “patricinha do SLU”, a funcionária utilizou sua visibilidade para expor opiniões que geraram repúdio público, principalmente por zombar de programas sociais essenciais para famílias em situação de vulnerabilidade em Brasília e no entorno.

Antes que o SLU pudesse instaurar um processo oficial para investigar a conduta, a servidora apresentou pedido de demissão, atendendo às demandas éticas de conduta apropriada para servidores públicos e evitando maiores medidas disciplinares.

O episódio acende um alerta sobre o uso das redes sociais por profissionais ligados a órgãos públicos no Distrito Federal, ressaltando a importância de se manter o respeito à diversidade e aos programas governamentais que visam diminuir as desigualdades na região.

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Para os moradores do DF, a situação reforça a necessidade de transparência e responsabilidade dos órgãos públicos e seus servidores, garantindo o respeito à população e promovendo um ambiente de trabalho e serviço público livre de preconceitos e atitudes discriminatórias.