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Eduardo Paes voltou a dizer que quer disputar o governo do Rio de Janeiro e resumiu o tamanho do desafio em uma frase forte: para ele, terminar a jornada sem morrer ou ser preso já representaria uma vitória. Esta é a terceira vez que o prefeito do Rio, o que mais tempo comandou a cidade na história, se lança à disputa pelo Palácio Guanabara.

Na conversa, Paes tratou a segurança pública como um dos principais temas da corrida eleitoral e indicou que pretende discutir o problema de forma direta com os eleitores. O assunto é considerado central no estado, onde a violência costuma dominar o debate político e influenciar fortemente o voto.

O prefeito também falou sobre o cenário da política fluminense, marcado por disputas intensas, alianças instáveis e forte polarização. Nesse contexto, ele tenta se apresentar como uma candidatura capaz de atravessar diferentes campos ideológicos, buscando apoio tanto à direita quanto à esquerda.

Paes afirma que pretende conversar com públicos variados e construir uma campanha que vá além de rótulos partidários. A estratégia passa por tentar ampliar sua base eleitoral em um estado em que o eleitorado costuma reagir com força a temas como ordem pública, gestão e estabilidade política.

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A nova tentativa recoloca o prefeito no centro da disputa estadual e reforça o peso que ele pretende ter na sucessão fluminense. Com experiência acumulada à frente da capital, Paes aposta na própria trajetória para se vender como nome competitivo em uma eleição que promete ser marcada por tensão e alta exposição.