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O Japão acaba de revelar um pacote emergencial de cibersegurança, orçado em US$ 63 milhões, como resposta a uma onda recente de ataques cibernéticos que afetaram diversas empresas e órgãos do governo. A primeira-ministra Sanae Takaichi enfatizou a necessidade de uma resposta ágil e eficaz a essas ameaças, especialmente diante do aumento de incidentes alimentados por inteligência artificial.

Durante uma coletiva de imprensa em Tóquio, Takaichi destacou a urgência da situação. “Neste momento, estamos vivenciando casos de vazamento de dados que impactam diretamente a vida dos cidadãos e as operações empresariais,” afirmou. O novo pacote tem como objetivo não apenas reagir a estes ataques, mas também prevenir futuros incidentes.

Uma das principais iniciativas será a formação de equipes especializadas em resposta a ataques cibernéticos, que utilizarão inteligência artificial para identificar vulnerabilidades em sistemas e redes. Isso inclui a mobilização de recursos governamentais em casos de ameaças à segurança nacional, que envolverão o Ministério da Defesa e a Polícia Nacional.

A expectativa é que, até o final de novembro, uma nova equipe seja criada sob a responsabilidade do Ministério da Economia, Comércio e Indústria, focada na proteção cibernética e no trabalho colaborativo com empresas de tecnologia de países aliados.

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Esse passo almeja posicionar o Japão entre os líderes mundiais em cibersegurança, um fator crucial em um mundo cada vez mais digital, onde os dados dos cidadãos e empresas estão mais expostos do que nunca.