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O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) decidiu, na tarde de sábado (12/9), indeferir as candidaturas de Rico Pinheiro, do PRTB, e Elisson Ferreira, do Agir, ao governo do Distrito Federal. A decisão se soma ao impasse envolvendo José Roberto Arruda, do PSD, que já recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para reverter a sua situação.

A candidatura de Rico Pinheiro foi barrada devido à entrega fora do prazo do Demonstrativo de Regularidade dos Atos Partidários (DRAP), registrado três dias após a data limite. Além do atraso, o tribunal apontou inconsistências entre a ata partidária e os documentos apresentados. A presidência do PRTB, por meio de nota, alegou que o atraso se deu por entraves burocráticos e falhas nos sistemas da Justiça Eleitoral.

Iraneide Santos Gomes Pinheiro, presidente do PRTB-DF, manifestou discordância em relação à decisão e garantiu que a legenda continuará a atuar dentro da lei enquanto aguarda a análise do recurso no TSE. A dirigente enfatizou que o problema não foi uma irregularidade pessoal do candidato, mas sim questões de formalização.

Em relação a Elisson Ferreira, a negativa se deu pela inconsistência nas informações do DRAP de sua legenda. O tribunal identificou alterações em pontos cruciais da ata da convenção, incluindo a presidência da sessão e o número de participantes presentes, o que comprometeu a validade do registro.

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Procurados pela imprensa, Elisson e a direção do Agir não se pronunciaram sobre o indeferimento, mas o caso já gera repercussão nas redes sociais e entre os eleitores do DF. A situação acentua a disputa política local à medida que as eleições se aproximam, levantando questões sobre a regularidade das candidaturas no Distrito Federal.