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Em meio a um cenário de contingenciamento fiscal, o secretário de Economia do Distrito Federal, Valdivino de Oliveira, anunciou que concursos públicos e reajustes salariais para servidores não serão congelados, mesmo após a obtenção de um empréstimo de R$ 6,6 bilhões para ajudar o Banco de Brasília (BRB).

Oliveira destacou a importância de melhorar a Capacidade de Pagamento (Capag) do DF, que é essencial para que o governo local consiga honrar seus compromissos financeiros. Ele confirmou que a execução fiscal não será afetada pelo empréstimo, enfatizando que a administração busca abolir o descumprimento de normas fiscais até agosto deste ano.

Em sua fala, o secretário também mencionou as estratégias que estão sendo implementadas para reduzir o déficit orçamentário. Entre elas, ele citou a reclassificação de despesas e a priorização de investimentos em áreas como saúde, educação e infraestrutura urbana, que são fundamentais para a população do DF.

Outro ponto abordado por Oliveira foi o andamento das fiscalizações promovidas pela Receita do DF, que visam recuperar créditos tributários e, assim, reforçar os cofres públicos. Essas ações podem ter um impacto positivo no financiamento de serviços essenciais à população.

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O secretário garantiu que, assim que a Capag do DF for elevada para o nível adequado, o governo estará em condições de atender melhora às reivindicações dos servidores e promover novos concursos, destacando que atualmente o GDF está em Capag C e a meta é chegar a Capag A até o final do ano.