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O governo de São Paulo descartou o segundo caso suspeito de ebola na capital. A paciente, uma mulher de 31 anos, estava internada no Instituto de Infectologia Emílio Ribas e pode continuar seu tratamento para gastroenterocolite aguda.

A primeira suspeita, um homem de 37 anos que também viajou para a RDC, foi descartada no início de junho. Ambos os casos foram investigados pelo Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE-SP), que destacou a importância da identificação e rápida investigação de potenciais casos de ebola, mesmo quando o risco de transmissão é considerado baixo.

Regiane de Paula, coordenadora em Saúde da Secretaria Estadual de Saúde, ressaltou que essas medidas visam garantir a biossegurança e um diagnóstico preciso desde o primeiro atendimento. O acompanhamento e a vigilância para casos suspeitos são fundamentais para proteger a saúde pública.

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Como o surto persiste na RDC, é essencial que as autoridades de saúde continuem atentas e informem a população sobre os riscos e as formas de prevenção, evitando pânico e promovendo esclarecimento sobre a doença.