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O secretário de Economia do Distrito Federal, Valdivino de Oliveira, afirmou em recente entrevista que o empréstimo de R$ 6,6 bilhões para rescatar o Banco de Brasília (BRB) não comprometerá as finanças do Governo do Distrito Federal (GDF). Segundo ele, as parcelas do empréstimo não ultrapassarão 1,5% da receita do estado, um valor que, de acordo com a gestão, está sob controle.

Valdivino destacou que a operação estava esperando a aprovação do Sindicato dos Bancos, mencionando a necessidade do aval como um entrave. Ele criticou a lentidão no processo e enfatizou a importância de acelerar as tratativas para evitar maiores danos ao banco, que é considerado um patrimônio da cidade.

O economista explicou que, nos últimos anos, o GDF vinha enfrentando um aumento exagerado nas despesas correntes, superando o limite constitucional de gastos. Contudo, após a implementação de medidas de contenção, a gestão conseguiu inverter um quadro de déficit de quase R$ 6 bilhões para um superávit, fundamentais para garantir a saúde fiscal do estado.

A garantia para o empréstimo, conforme informou Valdivino, será significativamente superior às parcelas que o GDF terá de arcar. A operação prevê uma taxa de juros de 4,5% mais o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), com parcelas calculadas em torno de R$ 1 bilhão por ano. Esses números mostram que a operação foi planejada com a intenção de não impactar a arrecadação do estado.

Nova Gestão do GDF

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Além disso, Valdivino indicou que as reformas previstas no orçamento para o ano de 2027 focarão em um aumento na arrecadação sem majorar impostos, vislumbrando uma gestão mais eficiente e transparente no uso dos recursos públicos, especialmente em um cenário que demanda atenção à saúde financeira do DF.